Caros Professores e frequentadores, Parabens pelo projeto em resgastar o verdadeiro prazer de dançar a dois. Lamentalmente, quase nao ha espaços para se dançar em Belo Horizonte. Nesta academia, alem das aulas, ha o forro aos sabados. Foi uma pena acabar o forro aos domingos. Na ha quase nada a noitinha para se fazer. O horario era otimo, nao atrapalhava levantar cedo para trabalhar no outro dia! Deixo uma sugestao aos DJs: Toque mais o autentico forro pe de serra que a moçada vai gostar. Muito sucesso nesta casa, onde podemos ir e dançar a vontade! Finalmente: um recadinho carinhoso as moças(lindas damas): VOCES SAO MUITO GENTIS, DANÇAM COM TODOS E SABEM DANÇAR MUITO BEM. Abraço a todos!
Apaixonado pela Dança a Dois
Eu louvo a Dança Eu louvo a dança, pois ela liberta o ser humano do peso das coisas - une o solitário à comunidade. Eu louvo a dança, que tudo pede e tudo promove: saúde, mente clara e uma alma alada. Dança é a transformação do espaço, do tempo e do ser humano, este constantemente em perigo de fragmentar-se, tornando-se somente cérebro, vontade ou sofrimento. A dança, ao contrário, pede o homem inteiro, ancorado no seu centro. A dança pede o homem liberto, vibrando em equilíbrio com todas as forças! Eu louvo a dança! Ser humano, aprenda a dançar! Senão os anjos do céu não saberão o que fazer de você. Autor: Santo Agostinho
wagner Dançarino
- O amor não é uma dança. É impossível dançar com tantas variações de compasso. - O verdadeiro dançarino ignora a existência do ritmo, como se a musica chegasse ao corpo antes dos ouvidos. - Mas o amor não é só prazer. - As pernas doem com o tempo. - E então, uma hora há de parar? - Sim, quando não sou traído pelo corpo, é a música que acaba. - Sempre? - Não. Uns poucos seguem dançando ao ritmo da eternidade. Tic... O vento queimava-lhe a face, as palavras venceram a homeostase. O coração palpitava acelerado, ganhava vida própria. Aos poucos, todos os sentidos se voltaram para dentro. Seus olhos enxergaram a alma numa explosão de cores. Seu interior exalava um perfume tão doce que jamais sentira. E sim, o tumtumtum predominava à companhia de uma orquestra completa, tocando em volume e intensidade crescentes. A música. ...Tac. O resto foi lembrança.
Tiago
oi uma vez estava dancando meu sinto agarrou no vestido da minha parceira o namorado deela chegou no exato momento ea chamou levamos mais d cinco minutos para nos libertamos ..que mico um beijo bolinha
bolinha i passo
Bom, minha história não é muito diferente das outras, mas, é especial para mim. Num sábado a noite uma amiga me chamou para ir no forró no Espaço Brasil! Ao chegar lá dançei com várias pessoas mas um em especialme chamou muita atenção, porém não queria me envolver pois estava estudando ainda e não queria que nada atrapalhasse meus estudos! mas não tive com evitar! conheci o homem da minha vida e com certeza será para sempre! já são 3 anos juntos e sei que muitos virão por aí!
Luciana Felipe da Silva
Aqui meu conto é mais uma recomendação , e um lugar que vc aprende ,diverte. Quanto ao aprendizado, nossa condução nos deixa aptos a dançar com qualquer pessoa. E não ficar se exibindo como algumas academias que vejo por ai.A diversão começa na didática das aula as pessoas sempre rindo ,nossa querida Marta parece uma fadinha pois vc pode estar até zangado mais quando vc entra na Espaço as coisas mudam.(Prece mágica ,mais sabemos que naum. É simplesmente conduta de nossa academia) Aqui sai ate alguns romance.Aki quem ler isto e naum freqüenta nossas aulas vem voando pois naum sabe o que esta perdendo. Venho parabenizar a nossa mestra Marta pelo modo que me aceitou de braços aberto, e por ter a manha de manter a espaço dez anos no ar. E desejar que fique pelo menos mais 20 para compensar o tempo que perde Obrigado e um feliz natal e um prospero ano novo
Tiago fares magalhaes
Certa vez em Manaus, a trabalho, durante uma semana, com meu trabalho já pronto resolvi ir a um dos famosos forrós. Era gigante tinha milhares de pessoas e as bandas tocavam como as bandas de axé com garotas dançando de micro shorts e tudo mais, ou menos. Com umas duas caipirinhas na cabeça (300ml cada) resolvi dançar com uma das dançarinas que acabara de dançar no palco. Que vexane, nem sabia dançar e ainda meio tonto, podem imaginar o resultado - frustração e muita ressaca no dia seguinte. Voltando a BH resolvi fazer curso de forró. Na proxima viagem eu não repetiria o vexame, pelo menos da dança. Uma super amiga, a Flavia, achou o espaço, fez o curso de um mês comigo e foi embora morar no Rio. Juro que não queria continuar, mas a Marta convicente como sempre me convenceu a fazer o curso de dança de salão, pelo menos ir a uma aula experimental. Nunca mais parei, exceto durante algumas viagens e alguma dor no Joelho - o Eduardo que me entende bem. Já fazem mais de dois anos e meio. Só sei que foi assim!
Ricardo Romão
Em um destes bailes do espaço, creio o Dj ainda era o Doidão. Dançava com uma de nossa amigas de turma. Já acostumados a dançar estava eu me divertindo bastante, como sempre, e observei meu par com um olhar meio desconfiado. Observei mais e o olhar desconfiado se tornava um pouco incomodado. Como não passou perguntei o que estava acontecendo. Talvez fosse uma condução incompetente ou algo parecido. Eis que ela me pergunta: que coisa é esta? que volume é este ai? Algo a estava a incomodando mais ou menos à direita. Não sei bem quanto incomodo foi. A chave do carro da Isabela estava em meu bolso dianteiro direito e o chaveiro era meio grande, digo, muito grande e não tinha atentado à isto. Foi algo assim. Não sei se ficou aliviada ou decepcionada - expliquei para ela que não era o homem beringela. Só sei que foi assim!
Ricardo Romão
Certa vez, dançando em nossa velha turma e como sempre ralando para fazer os passos novos, dançava eu com a Miss X, as coisas iam relativamente bem, fora esquecer a condução ao fazer a parte dos pés, ou errando com os pés ao prestar atençao nas mãos e assim por diante. Acho que era um samba e em algum Momento Miss X me alerta, está pegando em minha bunda. Oops, que pena. Nem aproveitei. Na proxima vou ser mais atento. Não vai passar batido.
Ricardo Romão
Minha mãe é bailarina clássica e tinha uma academia em Ponte Nova. Fez muitos cursos, dança espanhola, jazz, dança afro, dança de salão, entre outros. Tive a vida inteira pra aprender a dançar, mas nunca mostrei interesse. Um certo dia, que minha mãe já tinha mudado para Belo Horizonte e fechado a academia no interior, me bateu uma vontade de entrar na dança de salão. Através de umas amigas entrei para Espaço Brasil. Que coisa estranha, justo agora essa vontade de dançar. Mas quando entrei rapidamente entendi. Havia uma bolsista que com seu jeito carinhoso e alegre me prendia atenção. Dançava bolero e não conseguia parar de olhá-la. Certo dia, criei coragem e a convidei para sair. Dia 31 de Março; me lembro do filme que assistimos, da roupa que ela usava e de todos os detalhes. Só aí entendi, não entrei no Espaço para aprender a dançar, e sim para conhecer a pessoa por qual me apaixonaria. Entrei no Espaço em Fevereiro, saímos à primeira vez em Março, e começamos a namorar em 12 de Maio. Foi a primeira vez que acreditei em destino. O nome dela é Maíra........e posso garantir uma coisa..........no espaço pode existir uma casal igual, mas mais apaixonado que nós não existe. Te amo minha linda.....Pra sempre ...
Rodrigo Quiroga
Numa terça-feira,no ano de2004, em que estava tentando me curar de uma febre ,uma amiga me convidou para dançar forró no Espaço, e eu na vontade de me tornar forrozeira aceitei, e na bolsa levei os remédios que tinha que tomar.Apesar de estar um pouco desanimada,e passar a noite de olho no relógio para não esquecer de tomar os remédios, dancei forró com alguns colegas da turma da minha amiga. Mas um em especial me chamou atenção, só que eu tinha acabado de sair de um relacionamento e não queria nada com ninguém. Mas foi inevitável, depois de dançarmos algumas músicas fomos conversando e o interesse aumentando e o resultado, foi que ficamos juntos durante 1 ano. Pena que acabou, mas foi muito bom. Agora quero repetir a dose, será que se eu for ao Espaço Brasil vou dar essa sorte de novo?
Jacqueline Casstro
Bem, este é só um conto da dança de salão. Conheci uma moça na Academia. Seu nome: Margarida. De saída inúmeras, de danças inúmeras, nos conhecemos. Mas, muitas mulheres passam por esse salão e vim a conhecer Rosa. Bem, e daí?! Esta parecendo uma relação de encontros... Veio então o final de ano e a Academia resolveu fazer "amigo oculto" entre os alunos. Coincidência ou destino maldoso, Margarida me teve como amigo oculto e eu à Rosa. Na hora das revelações, Margarida descreveu, cheia de entusiasmo o seu presente e eu lá, o recebendo, com direito a palavrinhas no pé do ouvido por parte dela. Não sei o que aconteceu na hora de revelar meu amigo oculto, na verdade, minha amiga oculta, mas me veio uma tirada: "Que as outras mulheres me desculpem, mas minha amiga oculta é a que tem a boca mais gostosa da Academia..." Silencio total... Olhares para todos os lados... Afinal, quem era (ou é) "A boca mais gostosa da Academia"??? E revelo minha amiga oculta: Rosa!; e "lasco" lhe um beijo. Só me lembro de Margarida com espanto geral, Rosa com constrangimento geral e todos os outros "babando" geral. Mas tinha que ser assim, afinal meu primeiro beijo na Rosa, que não foi no amigo oculto, durou, não sei quanto tempo, mas o suficiente para muitos irem embora sem se despedirem. Que beijo gostoso... Que boca gostosa... Que linda mulher... Obs.: Os nomes das moças foram alterados por privacidade,... será?
Wilson A J M Milagres
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